O papel de parede é um revestimento criado na China, duzentos anos antes de Cristo. Os primeiro registros mostram que eram feitos com arroz, sem detalhes, totalmente branco. Com o tempo, a técnica evolui passando a utilizar o pergaminho vegetal.

Sua fascinante história revela como os papéis de parede marcaram tendências, gostos e costumes. Sendo fruto do pensamento e da estética do período.

Inicialmente todo o processo era feito artesanalmente, tudo a mão para decorar a residência de mandarins, comerciantes e altos funcionários.

O papel de parede chega a Europa, no século XVI, através de comerciantes árabes e também em razão do aumento do contato entre europeus e chineses. O papel de parede passa a substituir as telas e tapeçarias na decoração, em geral eram cópias dos pápeis de parede chineses, tanto que eram chamados de chinoisserie.

A primeira fábrica foi inaugurada na França, na cidade de Roven, se chamava Papel-Toutisses (que significa Papel Flocado).

No final do século XIX, junto com a forte imigração europeia para o Brasil, chegou a técnica do papel de parede.

O problema principal do papel de parede no país, foi seu alto custo de produção. Em função das guerras mundiais, sua importação também ficou impossibilitada. Somente na partir da década de 60, com a crescente industrialização nacional, o papel de parede passa a ser mais utilizado na decoração das casas.

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